06 / FORMAÇÃO E PREPARAÇÃO

Ações de Sensibilização e Formação em SCIE

Numa emergência, conhecer os procedimentos pode fazer toda a diferença. A preparação começa antes de o alarme tocar.

Na Resistência ao Fogo, desenvolvemos ações de sensibilização e formação em Segurança Contra Incêndios em Edifícios (SCIE), destinadas a promover o conhecimento dos riscos, dos procedimentos de prevenção e das formas adequadas de atuação em caso de emergência.

O objetivo é ajudar trabalhadores, colaboradores e elementos com responsabilidades de segurança a compreender as medidas existentes e a desempenhar o seu papel na proteção de pessoas e bens.

Ação de sensibilização e formação em segurança contra incêndios em edifícios

COMPREENDER O SERVIÇO

Porque é importante a formação em segurança contra incêndios?

Os sistemas de proteção são fundamentais. Mas as pessoas precisam de saber reconhecer o perigo, compreender os avisos e atuar de forma adequada.

A existência de equipamentos de segurança e de procedimentos de emergência não garante, por si só, que todos os ocupantes saibam como agir perante um incêndio.

As ações de sensibilização e formação contribuem para divulgar os riscos existentes, explicar as medidas de prevenção e familiarizar os participantes com os procedimentos estabelecidos para o edifício.

Uma organização informada está mais bem preparada para identificar comportamentos de risco, comunicar situações anormais e responder às instruções de segurança em caso de emergência.

CONTEÚDOS FORMATIVOS

O que pode integrar uma ação de formação em SCIE?

Os conteúdos devem ser ajustados às características do edifício, aos riscos existentes e às funções desempenhadas pelos participantes.

01 / CONHECER O RISCO

Identificação dos riscos de incêndio

Reconhecimento das situações que podem originar incêndios, dos riscos associados à utilização dos espaços e dos comportamentos que contribuem para a sua prevenção.

02 / PREVENIR

Procedimentos de prevenção

Divulgação das regras de segurança, das medidas de prevenção e das práticas que ajudam a manter as condições de proteção do edifício.

03 / RESPONDER

Alarme e atuação em emergência

Conhecimento dos procedimentos de alarme, alerta, comunicação e atuação previstos para diferentes situações de emergência.

04 / EVACUAR

Procedimentos de evacuação

Identificação dos percursos e saídas, compreensão das instruções de evacuação e conhecimento das responsabilidades atribuídas aos intervenientes.

05 / INTERVIR

Meios de primeira intervenção

Conhecimento das funções e limitações dos meios de primeira intervenção, como extintores e carretéis, incluindo as condições de segurança necessárias à sua utilização.

06 / ORGANIZAR

Responsabilidades de segurança

Esclarecimento das funções dos elementos com atribuições de segurança e da articulação entre os procedimentos individuais e a organização de emergência.

DESTINATÁRIOS E OBJETIVOS

Nem todos têm as mesmas funções. Todos devem conhecer os procedimentos que lhes dizem respeito.

A formação deve considerar as responsabilidades dos participantes e as condições de utilização do edifício.

As necessidades de sensibilização de um trabalhador, de um elemento da equipa de segurança ou de uma pessoa com responsabilidades de coordenação podem ser diferentes.

Por esse motivo, é importante adequar os conteúdos ao público-alvo, evitando uma abordagem indiferenciada que não responda às necessidades reais da organização.

Trabalhadores e colaboradores

Conhecimento dos riscos associados ao local de trabalho, das medidas de prevenção e das instruções a seguir perante uma situação de emergência.

Ocupantes com presença regular

Sensibilização das pessoas cuja atividade ou permanência no edifício justifique o conhecimento dos procedimentos de segurança aplicáveis.

Elementos das equipas de segurança

Preparação direcionada para as atribuições previstas na organização de segurança e nos procedimentos de emergência.

Responsáveis pela segurança

Compreensão das responsabilidades de organização, acompanhamento e implementação das medidas previstas.

Equipas de primeira intervenção

Conhecimento dos procedimentos de atuação inicial e das condições em que a intervenção pode ser realizada em segurança.

Organizações com necessidades específicas

Adaptação dos conteúdos às características de funcionamento, à ocupação e aos riscos existentes nos espaços.

FORMAÇÃO E AUTOPROTEÇÃO

A formação faz parte de uma organização de segurança eficaz.

O regime de Segurança Contra Incêndios em Edifícios prevê medidas de organização e gestão da segurança que podem incluir ações de formação, sensibilização e exercícios de simulação, de acordo com a utilização-tipo e a categoria de risco.

A formação deve articular-se com as Medidas de Autoproteção do edifício, para que os participantes conheçam os procedimentos efetivamente definidos para o espaço onde exercem a sua atividade.

Também a legislação relativa à segurança e saúde no trabalho estabelece responsabilidades de prevenção, organização da emergência e preparação dos trabalhadores.

As exigências concretas, os destinatários e a periodicidade das ações devem ser determinados segundo o enquadramento aplicável e as necessidades identificadas.

Conhecer o serviço de Medidas de Autoproteção →

PERGUNTAS FREQUENTES

O que deve saber sobre a formação em SCIE?

A formação em segurança contra incêndios é obrigatória?

O enquadramento legal de SCIE prevê obrigações de formação e sensibilização em determinadas condições, dependendo da utilização-tipo, da categoria de risco e das funções dos intervenientes. As exigências concretas devem ser avaliadas para cada edifício ou recinto.

Quem deve frequentar estas ações?

Os destinatários podem incluir trabalhadores, colaboradores, pessoas com presença regular no edifício e elementos com funções atribuídas na organização de segurança, de acordo com os requisitos aplicáveis.

A formação inclui utilização de extintores?

As ações podem abordar os princípios de utilização dos meios de primeira intervenção, as suas limitações e as condições de segurança necessárias. A realização de exercícios práticos deve ser definida no âmbito da formação contratada.

Qual é a diferença entre uma ação de formação e um simulacro?

A formação procura transmitir conhecimentos e preparar os participantes. O simulacro permite exercitar e avaliar procedimentos de emergência numa situação simulada, segundo os objetivos definidos para o exercício.

A formação substitui as Medidas de Autoproteção?

Não. A formação é uma componente de preparação das pessoas. As Medidas de Autoproteção estabelecem a organização, os procedimentos e os documentos de segurança aplicáveis ao edifício.

As ações podem ser adaptadas à nossa empresa?

Os conteúdos podem ser definidos em função das características do edifício, dos riscos identificados, das funções dos participantes e dos objetivos da organização, mediante avaliação das necessidades.

Que informação é necessária para pedir um orçamento?

É útil indicar a localização, o tipo de atividade, o número aproximado de participantes, as funções que desempenham e os temas ou objetivos pretendidos para a ação.

PREPARAR HOJE PARA PROTEGER AMANHÃ

Quando o alarme toca, já não há tempo para aprender o que fazer.

Prepare a sua equipa para reconhecer os riscos, compreender os procedimentos e atuar com maior segurança. Fale connosco sobre as necessidades de formação da sua organização.

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